Pneus de tecnologia Alemã

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Conectando Destinos | Belo Horizonte - Itabira

A Continental faz 150 anos e, em parceria com o Estadão, elaborou um pequeno guia de viagens de carro com até 150 quilômetros de distância a partir de algumas das principais capitais do país com destino a locais turísticos como Itabira, em Minas Gerais. Os roteiros trazem também dicas para tornar seu percurso na estrada mais seguro e agradável 😉

Conectando Destinos | O que fazer em Itabira (imagem do museu + logotipo Conectando Destinos)

Itabira: a terra natal do grande poeta mineiro

De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço: esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil; este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval; este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas; este orgulho, esta cabeça baixa...”. O poema Confidência de um Itabirano, de Carlos Drummond de Andrade, revela o sentimento de um dos maiores poetas e escritores contemporâneos pela cidade onde nasceu. Ela está a apenas 107 km de Belo Horizonte e, até hoje, revela nas ruas e na casa onde Drummond morou “a doce lembrança itabirana” descrita em diversos textos do poeta.

Por isso, Itabira foi escolhida como um dos destinos para uma agradável viagem de fim de semana.

A cidade se estabeleceu como um pequeno vilarejo de mineradores em 1720, depois que os irmãos Farias de Albernaz encontraram ouro na região. No início do século 19 surgiram as primeiras explorações de minério de ferro, em substituição ao ouro, não mais abundante, e somente em 1848 Itabira (ita = pedra, bira = que brilha, na língua tupi) tornou-se município.
 

Pelos caminhos drummondianos

Dos 2 aos 13 anos, Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) viveu em um sobrado construído no século 19 pelo bisavô. Localizada na praça do Centenário, 137, no bairro da Penha, a casa está bem preservada, abriga exposições, shows musicais e é parte do Museu de Território Caminhos Drummondianos. O museu, na verdade, é um roteiro turístico distribuído por lugares estratégicos da cidade citados em muitos dos poemas de Drummond e sinalizados com placas onde estão alguns desses versos.

No circuito do museu de território vale conhecer a Fazenda do Pontal, que pertenceu ao pai do poeta e onde ele passou bons momentos em seus tempos de menino. Assim como o Memorial Carlos Drummond de Andrade. Projetado por Oscar Niemeyer, o memorial abriga um acervo valioso da vida do poeta itabirano – como a sua primeira máquina de escrever – e oferece eventos culturais voltados para crianças e adolescentes.

Outra atração que vale visita é o Museu do Tropeiro. Ele tem cerca de 500 objetos, como roupas, ferramentas e utensílios de cozinha desses viajantes que desbravaram o Brasil entre os séculos 17 e 19 comercializando produtos nos povoados interioranos.

Itabira tem também a natureza generosa. Em um minúsculo vilarejo chamado Serra dos Alves, 45 quilômetros distante do centro da pacata cidade, estão formações geológicas curiosas e inúmeras cachoeiras. Com pouco mais de 100 habitantes, a sossegada Serra dos Alves oferece aos turistas que estão descobrindo a região nos últimos anos cânions, mirantes e pelo menos três boas quedas d’água para se refrescar.



Para pegar a estrada com segurança

Para chegar a Itabira a partir de Belo Horizonte basta pegar o anel rodoviário Celso Mello Azevedo até a rodovia BR-381. Depois, entrar na rodovia MG-434, chegar ao acesso à MG-129 e rodar por essa via até alcançar Itabira. Antes, siga essas dicas para aumentar a vida útil dos seus pneus e viajar com segurança.  Lembre-se sempre de cuidar dos protocolos de higienização para evitar a contaminação pelo coronavírus.

1) Procure ficar atento à pressão dos seus pneus. Rodar com calibragem não recomendada pelo fabricante resulta em prejuízo duplo: compromete a durabilidade dos pneus e, de quebra, consome mais combustível de seu veículo;

2) Preste atenção ao conjunto pneu/roda desbalanceado. É possível notar que algo está errado nesse sentido quando o volante do seu carro trepida assim que se acelera mais na estrada. Se isso acontecer, é hora providenciar alinhamento e balanceamento do conjunto;

3) Na chuva é importante observar a profundidade dos sulcos dos pneus. A Continental tem uma tecnologia exclusiva, o WWI (wet wear indicator), que alerta quando sulcos atingiram a profundidade de 3 mm, ponto em que o desempenho em pista molhada não é tão seguro. A partir de 1,6 mm é hora de trocar os pneus;

 4) Se você é dos que gostam de ocasionalmente pegar trilhas de terra o modelo ideal é o ContiCrossContact LX2. Ele foi projetado para encarar asfalto e também um off-road leve.

Importante: todos esses serviços, entre outros relacionados à manutenção de seu veículo, podem ser realizados em uma das lojas da Continental Pneus. 

 

 

Parceria da Continental Pneus em conjunto com o Estadão Mobilidade, serão sete roteiros de viagens de até 150 km. Passe em uma revenda Continental para sua revisão e boa viagem!


*Fotos: Paulo Henrique Souza / Bruno Lisboa / Raphael Portilh / FCDA

**Mapa: Google Maps 2021